O Kosovo iniciou finalmente, um processo de autonomia e independência, após reconhecimento dos "cinco grandes", Bruxelas, Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália.
No entanto esta situação não será fácil, ou pacífica, uma vez que foi uma decisão tomada unilateralmente, sem o apoio da Sérvia, que em nada beneficia com esta regionalização, pois isto sifnifica, que o Kosovo terá um chefe político autónomo, com tomadas de posição autónomas.
No entanto, parece-me plausível, que esta situação se resolva com uma tutelagem por parte da União Europeia, dado que os principais problemas assentam na étnia e na ortodoxia cristã, embora seja um problema passível de resolução com a estabilização e o referendo talvez na Pristina, creio eu.

Mas de todo o modo, falta ainda o reconhecimento da Espanha e República de Chipre que fizeram já saber que não vão reconhecer a proclamação do Governo kosovar. Grécia, Eslováquia, Roménia e Bulgária indicaram, também, que por ora não vão pôr as respectivas chancelas na declaração unilateral. Esta demora prende-se com o receio dos países mencionados de que esta independência traga consigo os demais movimentos sepratistas da Europa.
No entanto esta situação não será fácil, ou pacífica, uma vez que foi uma decisão tomada unilateralmente, sem o apoio da Sérvia, que em nada beneficia com esta regionalização, pois isto sifnifica, que o Kosovo terá um chefe político autónomo, com tomadas de posição autónomas.
No entanto, parece-me plausível, que esta situação se resolva com uma tutelagem por parte da União Europeia, dado que os principais problemas assentam na étnia e na ortodoxia cristã, embora seja um problema passível de resolução com a estabilização e o referendo talvez na Pristina, creio eu.

Mas de todo o modo, falta ainda o reconhecimento da Espanha e República de Chipre que fizeram já saber que não vão reconhecer a proclamação do Governo kosovar. Grécia, Eslováquia, Roménia e Bulgária indicaram, também, que por ora não vão pôr as respectivas chancelas na declaração unilateral. Esta demora prende-se com o receio dos países mencionados de que esta independência traga consigo os demais movimentos sepratistas da Europa.

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