Pandora

Pandora

Fevereiro 27, 2007

Andreas Johnson- Glorious

Ando numa de nostalgia...aqui está o primeiro video de Andreas Johnson, Glorious também de Liebling. Boa música e...Andy és BOM!!!

Fevereiro 26, 2007

Os cinco sentidos...guardados num quadro.

Waterhouse, é incrivel como os seus quadros me despertam todos os sentidos. Cada quadro de Waterhouse que vejo é uma história que se desenha na minha mente, é como se entrasse dentro dos seus quadros, entrasse na pele das personagens e tocasse, sentisse o que elas tocam e sentem, o vento, a água, as folhas.
A maioria dos seus quadros são baseados em poemas, mas eu quase que arrisco a dizer que não é necessário lêr os poemas, pois eles desenrolam-se diante dos nossos olhos,através destas obras de arte, com tamanha subtileza que quando damos por nós quase que se torna diícil recuperar o fôlego. Já escrevi poemas a olhar para quadros de Waterhouse, ele torna a dor, o sofrimento, a mágoa em beleza, é quase possivel senti-los de forma sublime . As vestes, as mãos a delicadeza dos corpos, o olhar é tudo fascinante, é tudo absolutamente belo...e quando volto à realidade chega a doer o não ser uma pincelada sua...

Em cima: Ophelia, 1894;

Ao centro: Juliet, 1898;

Em baixo: Sleep and his half brother Death, 1874.







Andreas Johnson - The games we play

Há tanto tempo que não ouvia isto...I reminisce...
Quando deixei de ouvir aquele lixo musical que eram os Backstreet Boys comecei a ouvir Andreas Johnson, embora fosse dificil estar actualizada porque os cd's dele eram, e são, muito raros em Portugal. Mas se por um lado não compreendo como pude gostar de BSB, O Andy (como sempre lhe chamei), é diferente, embora já não oiça música pop, tenho de admitir que o Andreas é mesmo muito bom, dentro do estilo. Esta música é a minha preferida dele, tem uma letra linda e soa muito bem...também ele é um artista respeitável, sempre igual a si próprio, é ele quem escreve as letras e compõe as músicas...
Para não falar da sua simpatia para com os fãs.
É verdade...em 1999 O Andy veio a Portugal dar um concerto na Aula Magna, mas para meu grande desgosto não pude ir, estiveram apenas presentes 150 pessoas, ainda hoje não compreendo porquê. Continuando, nessa semana, escrevi-lhe uma carta a dizer o quanto o adorava, e o quanto gostava das músicas dele e todas aquelas idotices que a carta de uma fã contém...anyway a verdade é que ele me enviou um poster dele do seu primeiro álbum Liebling ("Querida" em sueco, sua nacionalidade), autografado, que dizia (e diz), precisamente isto : "Thank you I. it means a lot to me to have a great fan like you. Love, Andreas Johnson)."
You gotta love him :)
Mas como disse e como já devem ter percebido, este tipo de música não consta no meu MP3. No entanto ainda gosto imenso do Andy e por isso deixo aqui este clip cuja música é lindíssima e onde ele está podre mas PODRE de bom como aliás, ainda hoje é.

Fevereiro 23, 2007

The Doors Touch Me

THE DOORS!!!
you know, Jimmy is alive,he's hiiden in my basement and he sings all night long...
Este video...esta música...
Adoro vêr o Jimmy aqui, nem este cabelo todo escondia a sua beleza e ninguém conseguiu esconder a sua alma, a alma com que cantava, escrevia, com que vivia!
I LOVE JIMMY I LOVE THE DOORS!!!

Fevereiro 22, 2007

The Doors

"Strange days have found us(...) they're going to destroy our casual joy..."

GANDA SOM!!!!!!!!!!!!
Ganda Banda!!!
Ganda Jimmy Jim!

Fevereiro 21, 2007

No one...Nowhere...

Escritos algures em 2006...
(Untitled)
Em nome do que fui ontem
E do que amanhã hei-de ser
Do asco meu, que aqui fica
Do que entregarei ao morrer.

Deixo em três versos chorados
Lágrimas, sangue e dor.
Deixo sorrisos forçados,
Deixo um vazio de amor.

Porque quem fui já morreu
E que sou irá morrer,
Ainda não sei quem me sou.
E não sei quem me hei-de ser.


(Untitled II)
Li somente vinte e três páginas
De um livro por acabar.
Não sei onde ele se encontra,
Nem por onde começar.

Porque o que li foi Prefácio.
E o Prefácio está mal,
O assunto do livro é outro...
Começarei no final.

Começo onde o livro acaba,
Acabo onde o comecei
Na noite, à luz da Lua
Choro o livro que rasguei. //

às minhas mãos...

Penso que Penso...


Caminho em silêncio
Distraído por um pensar
Que me turba o andar
Penso que penso
E fico a ouvir-me pensar
Que penso que penso
Este pensamento
Torna-se um tormento
Penso que penso
Que penso que penso
Sempre o mesmo a dobrar
Como vozes a segredar
Penso que penso
Que penso que penso
Que ainda vou flipar

Estou farto de mim Estou farto de mim
Estou farto de mim Estou farto de mim

Já não posso mais andar
Com tanta voz a murmurar
Levado pelo vento
Penso que penso
Que penso que penso
Que penso que penso
E se penso em parar
É mais um pensamento
Que me fica a ecoar
Outra voz a segredar Outra voz a murmurar
Murmurar...

Murmurar murmurar murmurar murmurar murmurar murmurar murmurar
Murmurar murmurar murmurar murmurar murmurar murmurar murmurar

ESTOU FARTO DE MIM ESTOU FARTO DE MIM
ESTOU FARTO DE MI ESTOU FARTO DE MIM

Mão Morta- Primavera de Destroços

A Morte...e o ser humano...

"Pensando bem, vale mais morrer já, morre-se agora muito tarde. Quero dizer, muito depois de ter morrido muita coisa à nossa volta e dentro de nós. A vida humana estendeu-se e o que havia nela encolheu. A vida humana é assim vagarosa, «objectivamente» vagarosa, mas o que acontece dentro dela é rapidíssimo (...) Porque aos vinte e cinco anos, digamos aos trinta, temos o farnel pronto para a viagem. Antigamente dava para a viagem toda, agora temos de nos abastecer outra vez - com quê? Temos a bagagem pronta, o amor, as ideias, o corte das camisas e do cabelo, tudo na mala - como aguentar até aos setenta sem mudar de mala nem de camisas? Mesmo que as camisas sejam novas. Imagina agora tu a usares o côco do teu avô. "

Vergílio Ferreira, in 'Nítido Nulo'







"Não amaremos talvez insuficientemente a vida? Já notou que só a morte desperta os nossos sentimentos? Como amamos os amigos que acabam de deixar-nos, não acha?! Como admiramos os nossos mestres que já não falam, com a boca cheia de terra! A homenagem surge, então, muito naturalmente, essa mesma homenagem que talvez eles tivessem esperado de nós, durante a vida inteira. Mas sabe porque nós somos sempre mais justos e mais generosos para com os mortos? A razão é simples! Para com eles, já não há deveres.
É assim o homem, caro senhor, tem duas faces. Não pode amar sem se amar.
Observe os seus vizinhos, se calha de haver um falecimento no prédio. Dormiam na sua vida monótona e eis que, por exemplo, morre o porteiro. Despertam imediatamente, atarefam-se, enchem-se de compaixão. Um morto no prelo, e o espectáculo começa, finalmente. Têm necessidade de tragédia, que é que o senhor quer?, é a sua pequena transcendência, é o seu aperitivo. É preciso que algo aconteça, eis a explicação da maior parte dos compromissos humanos. É preciso que algo aconteça, mesmo a servidão sem amor, mesmo a guerra ou a morte. Vivam, pois, os enterros!"

Albert Camus, in 'A Queda'




"O que mais me intriga e dói na nossa morte, como vemos na dos outros, é que nada se perturba com ela na vida normal do mundo. Mesmo que sejas uma personagem histórica, tudo entra de novo na rotina como se nem tivesses existido. O que mais podem fazer-te é tomar nota do acontecimento e recomeçar. Quando morre um teu amigo ou conhecido, a vida continua natural como se quem existisse para morrer fosses só tu. Porque tudo converge para ti, em quem tudo existe, e assim te inquieta a certeza de que o universo morrerá contigo. Mas não morre. Repara no que acontece com a morte dos outros e ficas a saber que o universo se está nas tintas para que morras ou não. E isso é que é incompreensível - morrer tudo com a tua morte e tudo ficar perfeitamente na mesma. Tudo isto tem significado para o teu presente. Mas recua duzentos anos e verás que nada disto tem já significado."

Vergílio Ferreira, in 'Escrever'

Fevereiro 17, 2007


A man said to the universe, "Sir I exist!"
"However," replied the universe, "The fact has not created in me a sense of obligation."

Stephen Crane (1871-1900)

Anime Music Videos - Cradle Of Filth - Hallowed Be Thy Name

Check this out...Hallowd be Thy Name de Steve Harris na voz de Dani Filth...is it good or is it bad...hum i prefer Maiden's version...this is not bad though...

Aces high-Iron Maiden

Running, scrambling, flying
Rolling, turning, diving, going in again
Run, live to fly, fly to live, do or die
Run, live to fly, fly to live, Aces high.

Craddle Of filth - Her Ghost in the Fog

Craddle não é muito o meu estilo. Acho o Dani um pouco exagerado, mas esta música até é porreira. Atenção ao novo single...Temptation, mais representativo do estilo erótico que também caracteriza esta banda, mas é muito bom...

Fevereiro 07, 2007

Trabalho de Grupo.


O nome da peça: O Trabalho de Grupo.
Os Cenários: Biblioteca da Faculdade de Letras; Sala de aula.
Nome das personagens: Arrogante Ditadora; Pacifista Inteligente; Ausente; Desesperada; Descontraída; Marca-Presença; Professora Giginha.

Esta peça tem como argumento a realização de um trabalho de grupo para uma Cadeira do curso de Arqueologia, por um total de seis pessoas num mesmo grupo.

A marcação do trabalho, após algumas dúvidas, tinha sido feita, o tema estava estava escolhido, os membros também, o plano de trabalhos também. O trabalho seria dividido em dois temas, e cada três pessoas tratariam um tema. O Pacifista, a Ausente e a Desesperada abordariam o tema no geral, Arrogante, Descontraída e Marca-Presença o caso português. Após várias reuniões, eis que se realiza mais uma para decidir absolutamente nada.

Arrogante-Ditadora (para Descontraída): Olha a Marca-Presença mandou-te os slides que fez?
Descontraída: Não!
Arrogante-Ditadora: Ainda bem. Estão uma merda. UMA MERDA. Eu é que devia ter feito. Eu é que sei, eu já sabia. Eu eu eu eu eu eu eu eu eu, blábláblá.... (etcetera ad nauseum)

Nisto surgem o Pacifista-Inteligente e Marca-Presença.


Arrogante-Ditadora: Eu é que sei. Eu é mando. Eu é que faço. Isto está um esqueleto.
Descontraída: LOLOLOL tá bem...
Marca-Presença: Ah, eu...pois...tá bem, eu tinha pouca coisa, mas achei que estava bem...
Pacifista-Inteligente: Tenham calma. Isto está bom...
Desesperada: Olha não aguento mais. 'Tou farta disto.
Pacifista-Inteligente: Tenham calma. vai correr bem. Isto está bom.
Ausente: .....................
Descontraída: LOLOLOL tá bem...
Arrogante-Ditadora. Eu é que apresento. Eu é que sei. Eu é que faço. Eu, eu,eu, eu, eu, eu....
Desesperada: AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Ausente: ...................
Marca-Presença:Ah, eu...pois...tá bem, eu tinha pouca coisa, mas achei que estava bem...
Pacifista-Inteligente: Tenham calma. Isto está bom. Vai correr bem.
Descontraída: LOLOLOL tá bem...
Ausente: ......................
Arrogante: Eu quero vêr! Eu quero vêr esta apresentação... Eu é que encontrei quase tudo! Eu é que fiz. Eu é que sei.
Desesperada: 'Tou farta disto!
Marca-Presença: Ah, eu...pois...tá bem, eu tinha pouca coisa, mas achei que estava bem...
Pacifista-Inteligente: Isto está bom. Tenham calma.
Ausente: ....................
Descontraída: LOLOLOL
Arrogante-Ditadora: EU, eu, eu, eu, eu, eu, eu...
Pacifista-Inteligente: Tenham calma. Querem vêr os meus slides?


(Silêncio. Observação atenta dos slides de Pacifista. Fim do Acto I)


Segue-se nova reunião. Novamente para decidir...rigorosamente nada...


Arrogante-Ditadora: A Marca-Presença não vem. Eu é que fiz tudo. Eu é que sei. Eu...Eu...olha já não sei o que ia dizer.
Pacifista-Inteligente (olhando Arrogante-Ditadora por cima dos óculos): Mas isto está bom...vai correr bem...
Desesperada: Ai...olha...tou farta disto.
Descontraída: LOLOLOLOLOLOLOL AHAHAHAHAHAH
Ausente: ...........................
Pacifista-Inteligente: Mas tu ris-te de quê?
Descontraída: AHAHAHAHAH
Arrogante-Ditadora: Olha EU acho melhor pôr assim e fazer assim e dizer isto e falar disto. Eu é que sei...
Desesperada: Eu não sei...ai não me sinto bem...ai tou a entrar em stress...
Arrogante-Ditadora: Tu? Então e EU? Eu é qué estou em stress, eu é que estou farta...
Pacifista-Inteligente: Mas porque é que vocês estão com essas coisas? Isto está bom. Vai correr bem.
Descontraída: LOLOLOL


(Fim do Acto II)


Segue-se a última cena. A apresentação do trabalho.Pacifista-Inteligente fala como um professor e explica o seu tema com curiosidades, captando a(pelo menos a minha) atenção.
Arrogante-Ditadora lê do caderno à pressa sendo que eu só percebi:

"Ratata Ratata Ratata processionalistas ratata ratata ratata"


Professora Giginha: Está muito bom.


FIM

Fevereiro 06, 2007

Gato Fedorento - Alexandra Solnado (Limpeza espiritual)

Ricardo no seu melhor...